Segunda-feira
23 de Setembro de 2019 - 
Silva & Sant Anna Soluções Profissionais para o seu Negócio
Eis que as coisas velhas já passaram, e tudo se fez novo. 2 Co 5:17

Controle de Processos

Por favor, entre com o seu usuario e senha

Newsletter

Deixe seu email para enviarmos nossos informativos.

Cotação da Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . .
NASDAQ 0,02% . . . .
S&P 500 0,31% . . . .
Dow Jone ... % . . . .

Fale Conosco

Rua Luiz Bianconi 92 
Jardim Carlos Cooper
CEP: 08664-250
Suzano / SP
+55 (11) 42920279

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 4,17 4,17
EURO 4,59 4,59
IENE 0,04 0,04

Previsão do tempo

Hoje - Guarulhos, SP

Máx
14ºC
Min
12ºC
Possibilidade de Chu

Hoje - Campinas, SP

Máx
15ºC
Min
11ºC
Parcialmente Nublado

Hoje - Mogi das Cruzes...

Máx
16ºC
Min
11ºC
Possibilidade de Chu

Hoje - São Paulo, SP

Máx
16ºC
Min
12ºC
Possibilidade de Chu

Hoje - Suzano, SP

Máx
16ºC
Min
12ºC
Possibilidade de Chu

EJUS promove palestra “Testamento vital: o direito à dignidade”

Exposição foi feita pelo advogado Ernesto Lippmann.       A Escola Judicial dos Servidores (EJUS) realizou ontem a palestra Testamento vital: o direito à dignidade, ministrada pelo advogado Ernesto Lippmann. O evento foi promovido na sede da Escola, sob a coordenação dos servidores Walter Salles Mendes e Miguel da Costa Santos, e teve 874 inscritos nas modalidades presencial e a distância. O objetivo foi analisar os principais aspectos do testamento vital e capacitar os servidores para a compreensão de questões jurídicas relativas ao tema, instrumentalizando-os com referenciais teóricos e práticos.     Inicialmente, Ernesto Lippmann definiu testamento vital como “uma declaração onde o paciente escolhe o grau de tratamento que deseja em uma situação que possa resultar em comprometimento ou que seja irreversível; em casos de doenças crônicas e degenerativas; ou fase terminal de doença ou estado vegetativo”. Ele ressaltou que o testamento vital não se aplica nos casos em que seja possível o tratamento médico e deve ser feito antecipadamente e por escrito, nomeando-se um procurador de cuidados de saúde, que irá decidir conforme a vontade manifestada no documento.     O palestrante explicou que o instrumento diferencia-se do testamento comum, que trata dos aspectos relacionados ao patrimônio após a morte. Esclareceu que é aplicado durante a vida e diz respeito apenas aos tratamentos médicos, assistência religiosa e disposição do próprio corpo, nos casos em que se aplica. Observou ainda que esse tipo de testamento é reconhecido por lei em persos países, como Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra e Espanha. E frisou que no Brasil o testamento vital deve ser obedecido pelos médicos em face da Resolução 1995/12 do Conselho Federal de Medicina (CFM) e que é revogável a qualquer tempo.     Ernesto Lippmann também discorreu sobre o papel do procurador dos cuidados de saúde; sobre os requisitos de validade do testamento vital; e sobre o Projeto de Lei sobre testamento vital e limites éticos do documento.          imprensatj@tjsp.jus.br
23/05/2019 (00:00)
Visitas no site:  99987
© 2019 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia