Segunda-feira
28 de Setembro de 2020 - 
Silva & Sant Anna Soluções Profissionais para o seu Negócio
Eis que as coisas velhas já passaram, e tudo se fez novo. 2 Co 5:17

Controle de Processos

Por favor, entre com o seu usuario e senha

Noticias

Newsletter

Deixe seu email para enviarmos nossos informativos.

Cotação da Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . .
NASDAQ 0,02% . . . .
S&P 500 0,31% . . . .
Dow Jone ... % . . . .

Fale Conosco

Rua Luiz Bianconi 92 
Jardim Carlos Cooper
CEP: 08664-250
Suzano / SP
+55 (11) 42920279

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 5,57 5,57
EURO 6,47 6,47
IENE 0,05 0,05

Previsão do tempo

Hoje - Guarulhos, SP

Máx
36ºC
Min
22ºC
Predomínio de

Hoje - Campinas, SP

Máx
36ºC
Min
20ºC
Predomínio de

Hoje - Mogi das Cruzes...

Máx
37ºC
Min
20ºC
Predomínio de

Hoje - São Paulo, SP

Máx
34ºC
Min
23ºC
Predomínio de

Hoje - Suzano, SP

Máx
34ºC
Min
23ºC
Predomínio de

Réu é identificado por vítima em site de anúncios e sentenciado por receptação

Ele tentava vender equipamentos médicos furtados.   A 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença que condenou homem por receptação. Ele adquiriu equipamentos médicos furtados sabendo da procedência e anunciou os itens em site de vendas. A pena foi fixada em três anos de reclusão em regime inicial semiaberto. Consta dos autos que o réu adquiriu de terceiro dois equipamentos médicos usados para a realização de exames de ultrassonografia, por cerca de R$ 1 mil, mesmo sabendo que eles haviam sido furtados. Com o intuito de revender os itens, anunciou ambos em sites de venda de equipamentos médicos por R$ 7,5 mil. A vítima do furto, em busca por anúncios online, reconheceu seus bens e marcou um encontro com o réu – vendedor – em um hospital, comunicando a Polícia Militar. No momento do encontro, os itens foram apreendidos e o suspeito detido. O relator do recurso, juiz César Augusto Andrade de Castro, afirmou que “o crime de receptação qualificada tem por finalidade punir mais gravemente aquele se vale de bens de origem ilícita no exercício de atividade comercial, ainda que clandestina”. Para ele, “os elementos de prova são suficientes a demonstrar que o acusado tinha conhecimento da origem ilícita dos equipamentos em questão, até mesmo porque estes lhes foram oferecidos por um terceiro desconhecido, que não possuía qualquer ligação com a empresa fabricante dos aparelhos, tampouco lhe forneceu a nota fiscal respectiva”. Completaram a turma julgadora os desembargadores Luiz Antonio Cardoso e Álvaro Castello. A votação foi unânime.    Apelação nº 0065051-75.2018.8.26.0050      imprensatj@tjsp.jus.br
17/01/2020 (00:00)
Visitas no site:  238548
© 2020 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia