Sexta-feira
30 de Outubro de 2020 - 
Silva & Sant Anna Soluções Profissionais para o seu Negócio
Eis que as coisas velhas já passaram, e tudo se fez novo. 2 Co 5:17

Controle de Processos

Por favor, entre com o seu usuario e senha

Newsletter

Deixe seu email para enviarmos nossos informativos.

Cotação da Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . .
NASDAQ 0,02% . . . .
S&P 500 0,31% . . . .
Dow Jone ... % . . . .

Fale Conosco

Rua Luiz Bianconi 92 
Jardim Carlos Cooper
CEP: 08664-250
Suzano / SP
+55 (11) 42920279

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 5,78 5,78
EURO 6,74 6,74
IENE 0,06 0,06

Previsão do tempo

Hoje - Guarulhos, SP

Máx
20ºC
Min
16ºC
Chuva

Hoje - Campinas, SP

Máx
23ºC
Min
17ºC
Pancadas de Chuva

Hoje - Mogi das Cruzes...

Máx
19ºC
Min
17ºC
Chuva

Hoje - São Paulo, SP

Máx
20ºC
Min
15ºC
Chuva

Hoje - Suzano, SP

Máx
20ºC
Min
15ºC
Chuva

Vara da Infância e da Juventude da Penha promove palestra sobre direitos e desigualdades sociais

Evento foi realizado por videoconferência.   A Vara da Infância e Juventude do Foro Regional de Penha de França, dando continuidade ao projeto de capacitação para educadores sociais, promoveu na sexta-feira (25) a palestra online “Infância e juventude no Brasil: direitos e desigualdades”, transmitido através da plataforma de cursos Sympla. Cerca de 100 pessoas acompanharam o evento, entre profissionais de Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes (Saicas), técnicos do Creas – Penha, do Setor de Assistência Social do Tribunal de Justiça de São Paulo e outros profissionais da Educação e de serviços integrantes do sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente. Pelo Ministério Público paulista, o promotor de Justiça Sérgio Ricardo Gomes de Moura prestigiou a palestra. O juiz da Infância e Juventude do FR Penha de França, Paulo Roberto Fadigas Cesar, idealizador do projeto, abriu o evento. “Queremos garantir assistência de qualidade para os que trabalham na linha de frente da assistência social”, afirmou o magistrado.  A palestrante Renata Assumpção, pesquisadora responsável pelo estudo em desigualdades e infância do Instituto Alana, falou sobre a garantia dos direitos da criança e do adolescente, conforme estabelecido na convenção sobre os direitos da criança da Organização das Nações Unidas (ONU). Renata também apresentou dados de pesquisas e estudos recentes para ilustrar a situação da aplicação dos direitos da criança no Brasil. Segundo ela, a síntese dos indicadores sociais do IBGE mostra que 26,5% da população vive abaixo da linha da pobreza proposta pelo Banco Mundial (com rendimento abaixo de R$ 406,00 por mês). A proporção de crianças e adolescentes neste grupo era de 43,4% em 2017, das quais mais da metade eram negros. “No cenário de extrema pobreza, as crianças são mais afetadas pelo desamparo social que os adultos”, explicou Renata. As pesquisas apontam, também, que as crianças em zonas rurais são mais vulneráveis: 87% das crianças que moram no campo são afetadas pela pobreza e sofrem violação de seus direitos fundamentais.  Com relação ao acesso à informação, Renata Assumpção apontou que 27% das crianças brasileiras não têm acesso à Internet. “Quando tomamos a decisão de fazer aulas remotas, estamos ignorando uma grande parte das crianças que não têm acesso à Internet e, então, estamos dizendo ‘não’ para o acesso delas à educação”, afirmou Renata.  A falta de segurança alimentar também atinge uma parcela significativa das crianças brasileiras. Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), 6,5 milhões estão em domicílios que sofrem com escassez de alimentos. Renata Assumpção ressaltou a importância da manutenção das políticas de merenda escolar para garantir a alimentação básica infantil.  Segundo a palestrante, os dados apresentados pelos persos estudos apontados trazem a noção de que, para cuidar das crianças, é preciso cuidar de todo o ambiente ao redor delas – família, educadores etc. “É fundamental que nossas escolhas, como sociedade, sejam pela construção de um tecido social forte, fincado na justiça e no bem viver, e que garantam vida, liberdade e equidade para todas as crianças e adolescentes, sem distinção, e para suas famílias”, concluiu Renata.   imprensatj@tjsp.jus.br Siga o TJSP nas redes sociais: www.facebook.com/tjspoficial www.twitter.com/tjspoficial www.youtube.com/tjspoficial www.flickr.com/tjsp_oficial www.instagram.com/tjspoficial 
28/09/2020 (00:00)
Visitas no site:  248707
© 2020 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia